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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

O Emissário

Afinal agora, já toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.

Até o Sr Presidente da Camara, embora esteja a fazer o contrário, isto é, a trazer os esgotos das Ilhas para a ETAR em terra, para depois, presuntivamente tratados, serem lançados na Ria.

Mas ainda bem que defende, pois assim, pode ser que apele a que o PS na Assembleia da Republica, vote a proposta do PCP, que vai propor a inclusão em PIDDAC, no Orçamento de Estado, duma verba para efectuar estudos de viabiliadde do emissário.

Venha. Sr Presidente, junte-se a todos os que querem o melhor para Olhão e neste caso para a Ria.

publicado por Olhão Bocas às 00:53
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3 comentários:
De Raul Coelho a 4 de Novembro de 2008 às 12:13
“Afinal agora, já toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.”
Sr. Castanheira, o parágrafo anterior é o 1º do seu artigo, mas eu e cada vez mais gente escreve doutra maneira, assim:
Afinal agora, nem toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.
E digo-lhe porquê.
A construção do emissário como resolução de algum problema de poluição na Ria é um remendo, uma solução parcial e de total eficácia duvidosa que não resolve o problema maior: o acabar com a poluição a nível geral provocada pelos esgotos domésticos em Olhão.
O emissário não resolve o problema da emanação de gases com cheiro nauseabundo e composição química venenosa com efeitos cumulativos que todos os residentes, particularmente os da zona barlaventina da cidade conhecem.
Com o emissário, não é certo que por efeitos das marés e correntes junto à costa oceânica a merda ” não volte a entrar à vela ou de submarino na Ria.
O emissário não trás nada de novo quanto ao destino das lamas da ETAR.
Hoje, e já no Algarve, há ETAR de nova geração que são a solução mais avançada em termos ecológicos e económicos em termos de auto-sustentabilidade.
As ETARs tipo novo não se limitam em transformar os materiais poluentes em outros poluentes com outro aspecto e vertê-los noutro lugar.
Nestas tudo o que entra, sai sob a forma de matérias úteis e rentáveis.
Os líquidos sob a forma de água, utilizável em rega, limpezas, etc.
Os sólidos e pastosos, numa mais-valia em fertilizantes para a agricultura.
Os gasosos, em combustível.
O que produzem é suficientemente rentável para serem economicamente viáveis.
E o ambiente e a nossa saúde ficam agradecidos.
O F. Leal já está tão emerdado com a Ria Formosa que já está por tudo para se ver livre dela, que até nem se importa estar uma vez em acordo com a CDU, desde que haja mais massas para usar.
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“Afinal agora, já toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.” <BR>Sr. Castanheira, o parágrafo anterior é o 1º do seu artigo, mas eu e cada vez mais gente escreve doutra maneira, assim: <BR>Afinal agora, nem toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria. <BR>E digo-lhe porquê. <BR>A construção do emissário como resolução de algum problema de poluição na Ria é um remendo, uma solução parcial e de total eficácia duvidosa que não resolve o problema maior: o acabar com a poluição a nível geral provocada pelos esgotos domésticos em Olhão. <BR>O emissário não resolve o problema da emanação de gases com cheiro nauseabundo e composição química venenosa com efeitos cumulativos que todos os residentes, particularmente os da zona barlaventina da cidade conhecem. <BR>Com o emissário, não é certo que por efeitos das marés e correntes junto à costa oceânica a merda ” não volte a entrar à vela ou de submarino na Ria. <BR>O emissário não trás nada de novo quanto ao destino das lamas da ETAR. <BR>Hoje, e já no Algarve, há ETAR de nova geração que são a solução mais avançada em termos ecológicos e económicos em termos de auto-sustentabilidade. <BR>As ETARs tipo novo não se limitam em transformar os materiais poluentes em outros poluentes com outro aspecto e vertê-los noutro lugar. <BR>Nestas tudo o que entra, sai sob a forma de matérias úteis e rentáveis. <BR>Os líquidos sob a forma de água, utilizável em rega, limpezas, etc. <BR>Os sólidos e pastosos, numa mais-valia em fertilizantes para a agricultura. <BR>Os gasosos, em combustível. <BR>O que produzem é suficientemente rentável para serem economicamente viáveis. <BR>E o ambiente e a nossa saúde ficam agradecidos. <BR>O F. Leal já está tão emerdado com a Ria Formosa que já está por tudo para se ver livre dela, que até nem se importa estar uma vez em acordo com a CDU, desde que haja mais massas para usar. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>rc</A> <BR>


De rc a 4 de Novembro de 2008 às 12:16
republico o meu comentário porque o anterior ficou com alguns erros de edição.
“Afinal agora, já toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.”
Sr. Castanheira, o parágrafo anterior é o 1º do seu artigo, mas eu e cada vez mais gente escreve doutra maneira, assim:
Afinal agora, nem toda a gente defende o emissário, como forma de ajudar a resolver os problemas de poluição da Ria.
E digo-lhe porquê.
A construção do emissário como resolução de algum problema de poluição na Ria é um remendo, uma solução parcial e de total eficácia duvidosa que não resolve o problema maior: o acabar com a poluição a nível geral provocada pelos esgotos domésticos em Olhão.
O emissário não resolve o problema da emanação de gases com cheiro nauseabundo e composição química venenosa com efeitos cumulativos que todos os residentes, particularmente os da zona barlaventina da cidade conhecem.
Com o emissário, não é certo que por efeitos das marés e correntes junto à costa oceânica a “merda” não volte a entrar à vela ou de submarino na Ria.
O emissário não trás nada de novo quanto ao destino das lamas da ETAR.
Hoje, e já no Algarve, há ETAR de nova geração que são a solução mais avançada em termos ecológicos e económicos em termos de auto-sustentabilidade.
As ETARs tipo novo não se limitam em transformar os materiais poluentes em outros poluentes com outro aspecto e vertê-los noutro lugar.
Nestas tudo o que entra, sai sob a forma de matérias úteis e rentáveis.
Os líquidos sob a forma de água, utilizável em rega, limpezas, etc.
Os sólidos e pastosos, numa mais-valia em fertilizantes para a agricultura.
Os gasosos, em combustível.
O que produzem é suficientemente rentável para serem economicamente viáveis.
E o ambiente e a nossa saúde ficam agradecidos.
O F. Leal já está tão emerdado com a Ria Formosa que já está por tudo para se ver livre dela, que até nem se importa estar uma vez em acordo com a CDU, desde que haja mais massas para usar.
rc


De algarvia a 4 de Novembro de 2008 às 16:14
Que passe a proposta na A.R. seja com que votos fôr. O que interessa é que venham fazer estudos para ver a viabilidade ou não da proposta. Em caso afirmativo tudo bem para avançarem. Se não, pelo menos fica o estudo e pode ser que fiquem mais sensibilizados os poderes para a uirgência de uma solução sea ela emíssário ou Etar como fala o(a) sr(a) RC. A nossa Ria(e todos os que dela pedendem) e o ambiente agradecem tudo o que de bom se faça por eles, e que seja feito enquanto é tempo.


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