A Eleição dum deputado da CDU pelo Algarve é uma valiosa ajuda para fazer ouvir a voz dos Algarvios no Parlamento 

 

Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Resultados Eleitorais -Declaração de Francisco Lopes

 

Sobre os resultados das Eleições Presidênciais 2011 - Intervenção de Francisco Lopes

 

 

 

 

 

Saúdo os trabalhadores, a juventude, o povo português.

 


Saúdo o Partido Comunista Português, a JCP, o Partido Ecologista “Os Verdes”, a Intervenção Democrática, os cidadãos sem filiação partidária, as dezenas de milhar de activistas homens, mulheres, jovens que, com a sua participação militante, com os seus tempos pessoais e familiares, foram a fonte da energia, criatividade e força desta extraordinária campanha.

 

 

 

Saúdo o camarada José Barata Moura, mandatário nacional e todos os mandatários da candidatura.


Saúdo todos aqueles que votaram na minha candidatura a Presidente da República e que assim a fizeram sua, dando com o seu voto um sinal claro de exigência de mudança na vida nacional. Cada um dos votos dados a esta candidatura pesa e pesará na acção para abrir um caminho novo para Portugal.


Esta candidatura que constituiu uma necessidade e um imperativo nacional, colocou ao povo português a questão essencial em causa no tempo em que vivemos: a necessidade da ruptura e mudança face a um rumo de declínio e injustiça social que conduziu o País para o atoleiro em que se encontra e a adopção de um novo rumo patriótico e de esquerda, vinculado aos valores de Abril e à concretização do projecto consagrado na Constituição da República Portuguesa, no caminho do desenvolvimento, da justiça e do progresso social.

 

 

Esta foi a candidatura que trouxe para a campanha e para as opções actuais e futuras, os problemas e aspirações dos trabalhadores e do povo, a necessidade de pôr termo à abdicação dos interesses nacionais e à subordinação do poder político aos interesses da especulação de um número reduzido de famílias, accionistas, gestores e beneficiários dos grupos económicos e financeiros, afirmando a independência nacional e a soberania do povo sobre o futuro do País.

 

 

Esta foi a candidatura dos trabalhadores. A candidatura que afirmou e afirma o caminho da produção nacional, da criação de emprego, da valorização do trabalho e dos trabalhadores, da resposta ao presente e futuro das novas gerações, do direito das mulheres à igualdade na lei e na vida, do papel dos intelectuais e quadros técnicos, dos homens e mulheres da cultura, do respeito pelos direitos e a dignidade dos reformados pensionista e idosos e das pessoas com deficiência, da defesa dos direitos dos imigrantes e das comunidades portuguesas no estrangeiro, dum sector público determinante nos sectores básicos e estratégicos, do apoio aos micro, pequenos e médios empresários, da defesa e valorização dos serviços públicos, da soberania nacional e da democracia política, económica, social e cultural.

 

 

Esta foi a candidatura que não teve quaisquer compromissos com a política de direita. A candidatura que marcou a diferença em relação a todas as outras, pelo percurso, pela verdade, coerência, objectivos, projecto, pela campanha e pelo compromisso duma intervenção que vai continuar.
Os resultados eleitorais obtidos pela minha candidatura claramente acima de 7% traduzem a afirmação e confirmação de uma força e de um projecto indispensável para abrir caminho ao futuro de Portugal.

 

 

No balanço desta candidatura está presente também, muito além da sua expressão em votos, a simpatia, o apoio e a identificação com os objectivos da candidatura, que constituem um importante contributo para novas opções políticas e a abertura de um caminho novo patriótico e de esquerda para o País.

 

 

A eleição de Cavaco Silva, embora com a votação mais baixa ou das mais baixas de sempre para um segundo mandato, constitui, não apenas a continuação, mas o agravamento dos problemas nacionais.

 

 

Os seus resultados são indissociáveis da vantagem de exercer as funções de Presidente da República, da utilização abusiva dos meios correspondentes, do recurso à dissimulação para esconder as suas responsabilidades na situação do país e o comprometimento com o pior da política de direita do Governo, incluindo as consequências nefastas das medidas do Orçamento de Estado para 2011.

 

 

A minha candidatura deu o contributo, que nenhuma outra deu, para confrontar Cavaco Silva com as suas responsabilidades nos últimos 25 anos, com a sua acção enquanto Presidente da República, com a sua posição de abdicação da soberania nacional e protecção dos especuladores e a sua vinculação aos interesses dos grupos económicos e financeiros, com a sua ligação a práticas e o comprometimento em decisões de grande gravidade para o povo português, com o seu acordo estratégico no pior da política do Governo PS. A minha candidatura foi a candidatura que de forma séria, consistente, coerente, determinada e corajosa enfrentou a candidatura de Cavaco Silva. Foi a candidatura que se afirmou na crítica e na proposta como a verdadeira alternativa a Cavaco Silva.

 

O capitalismo e a sua natureza exploradora, opressora e predadora, as políticas da União Europeia a política de declínio, injustiça e afundamento do País aí estão a querer cilindrar, sempre mais, o povo e o País.

 

 

 

No quadro da grave situação e dificuldades que atingem o País, os trabalhadores, as novas gerações e todo o povo português, a minha candidatura foi expressão e parte do processo de mudança que Portugal precisa e que é cada vez mais necessário e urgente.

 

 

As centenas de milhar de votos nesta candidatura, significam centenas de milhares de vozes que hoje se levantaram a dizer basta, a exigir mudança, uma nova política, um futuro melhor. Cada um disse o que tinha a dizer com o voto nesta candidatura e podem hoje olhar para si próprios com a consciência tranquila, dizendo fiz hoje o que devia ser feito. Estas centenas de milhar de vozes dirigem-se a todos os portugueses para alargar esta corrente de acção para mudar Portugal para melhor. Contem com a nossa convicção, a nossa determinação, o nosso projecto, a nossa confiança nos trabalhadores, no povo e no País. Temos encontro marcado já amanhã e todos os dias que se seguem na luta que continua e se vai intensificar para vencer o declínio nacional e as injustiças sociais, para construir um Portugal com futuro, uma sociedade mais justa.
Avançamos e avançaremos com toda a confiança!

 

 

Continuaremos e intensificaremos a luta com os que em nós votaram e com os muitos que se nos virão a juntar para que viva Portugal!

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

FRANCISCO LOPES ESTEVE EM OLHÃO

O  Candidato FRANCISCO LOPES, começou a sua deslocação ao Algarve, por Olhão onde contactou com com população em geral e com os comerciaantes  dos Mercados.

 

Esta visita saldou-se por um êxito, junto da População  Olhanense que o acolheu com simpatia e entusiasmo.

 

Na parte da tarde o candidato,    deslocou-se à empresa CIMPOR em Loulé conde contactou com os trabalhadiores .

 

Seguiu-se um passeio pelas Ruas de Loulé  e a visita acabou com um jantar com cerca de apoiantes em Boliquei-me.

                                                      

 

 

 

 

 

  

 

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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

FRANCISCO LOPES EM OLHÃO 4ª Feira - 12Jan

  

  

FRANCISCO LOPES estará em Olhão na Próxima Quarta Feira, dia 12

  

  

Por volta da 11 Horas, da manhã, o candidato à Presidência da República,

contactará comerciantes no mercado de OLHÃO

 

À tarde estará numa "Arruada" na Rua de Santo António em Faro às 15 Horas

 

Às 17 H contacta trabalhadores da CIMPOR/Loulé, à porta da empresa.

 

Às 18 horas, contactos com a população de Loulé

 

Às 20H jantará com apoiantes no Restaurante "O Museu" em Boliqueime

 

 

 

 

 

 

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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

" O Estatuto do Direito da oposição"

C

Documento Apresentado pelos Eleitos da CDU

na Assembleia Municipal de Olhão

Sessão Ordinária de 23 de Dezembro de 2010,

sobre o Estatuto do Direito da Oposição

 

 

 

 

 

Congratulamo-nos por finalmente e depois de tantos anos a ser levantada a questão do cumprimento do Estatuto do Direito da Oposição, a Câmara Municipal de Olhão, ter ensaiado cumprir esta determinação legal.

 

Permitimo-nos no entanto, chamar a atenção para o facto de terem sido cometidas algumas falhas por parte da CMO - talvez por alguma falta de experiência no cumprimento deste preceito legal - que enunciamos:

 

1º Não é pelo facto de ter sido depositado na caixa de correio do eleito pela CDU na AMO, Vítor Tomé, de um envelope, sem registo dos correios nem através de protocolo, contendo as propostas das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para 2011, que se pode considerar notificada a Direcção da força política com direitos ao abrigo do Estatuto do Direito Oposição (vide artº 4.2 da Lei 24/98 de 26 Maio);

 

2º O prazo que nos foi concedido (1 dia útil e meio) para nos pronunciarmos é manifestamente insuficiente, ao arrepio do estipulado na lei, que estabelece um “prazo razoável” (vide artº 4.2 da Lei 24/98 de 26 Maio), para que se esboce sequer qualquer tentativa de nos pronunciarmos seriamente acerca de documentos desta complexidade e importância, com o devido estudo dos mesmos. Tal prazo razoável, estipulado pelo legislador, que não pode certamente ser estendido aos 30 dias previstos no CPA, é nosso entender, que também não pode ser inferior ao concedido aos eleitos locais para o estudo da documentação das sessões (artº 87.2 da LAL);

 

3º A referida lei versa claramente no seu artº 5.3, que os partidos políticos têm o direito de ser ouvidos, não obstante, de se poderem igualmente pronunciar por escrito. Tal pressupõe, naturalmente, que seja agendada reunião de discussão dos documentos, facultados antecipadamente, concedendo um prazo razoável para a sua apreciação e preparação da referida reunião. Uma vez mais tal preceito legal não foi observado. A Câmara Municipal impôs a resposta por escrito através do V/ ofício de 7 de Dezembro de 2010 (“[…] solicitando se digne remeter a esta Câmara as apreciações que considerarem convenientes […]”). Tal reunião desempenha um papel fundamental em todo este processo, pois só através do diálogo se podem esclarecer dúvidas, negociar alterações, sugerir correcções e melhorias;

 

As graves falhas, acima enunciadas, hipotecaram qualquer hipótese de a CDU se pronunciar, com o devido conhecimento de causa, sobre estes importantes documentos, e a Câmara Municipal de Olhão, desperdiçou e negligenciou um importante instrumento gratuito de melhoria e correcção dos mesmos.

 

Parece dar-nos a entender que não há uma efectiva vontade da autarquia ouvir a força política que representamos.

Perante estes factos não pode a Comissão Concelhia do PCP de Olhão manifestar qualquer opinião, e isto não significa considerar que foi cumprido o Estatuto do Direito da Oposição.

 

 Os eleitos pela CDU na Assembleia Municipal de Olhão

publicado por às 23:17
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